Ultramaratona 24h de Campinas – A última, do ano.

O Fernando Nogueira, colega ultramaratonista e organizador da prova pensou em tudo. Ofereceu aos atletas tudo que é necessário, principalmente muita gentileza e carinho a todos presentes.

Se vocês repararem na foto que ilustra o troféu vejam o sol sobre o lago e a previsão de calor escaldante. Foi o que aconteceu. A temperatura chegou aos 40 graus (alguns falaram que viram 42 graus). Por sorte, boa parte do trajeto era na sombra parcial das árvores, do contrário iríamos virar um churrasco.

Ainda não sei o resultado oficial, sei que não cheguei perto da minha média histórica dos 150 km, mas terminei a prova “correndo e com saúde”.

Atualizado em 29 de novembro: Fiz 120 km (acho que o chip falhou em algumas voltas). Mas enfim, deu pro gasto!!!

Parabéns ao Fernando pela organização da prova, votos de que os poucos problemas existentes não o desmotive para já pensar na segunda edição em 2011.

Parabéns aos atletas, aos que disputaram o pódium, os que enfrentaram o calor, os que enfrentaram a idade, os que enfrentaram o peso, os que enfrentaram a falta de uma perna (parabéns Paulo), os que enfrentaram as bolhas, as assaduras, as dores musculares, as lesões – todos são vencedores.

Rio Grande do Sul campeão em câncer de pulmão e hipocrisia

O Instituto Nacional do Câncer divulga hoje que Porto Alegre apresenta a maior taxa de câncer de pulmão do país – 66,6 casos por 100.000 homens e também entre as mulheres: 23,3 por 100.000.
Não é surpresa. O Rio Grande do Sul apresenta as maiores taxas de “fumantes” do país.
Enquanto isto alguns deputados, prefeitos, vereadores e jornalistas defendem os “plantadores de fumo”, “misturar açúcar no tabaco”, manter fumódromos em locais públicos etc.
Ainda se dizem defensores da Saúde Pública, da falta de recursos para a saúde, reclamam da falta de leitos, da dificuldade para realizar radioterapia, dos diabéticos que precisam amputar membros.
Pior, alguns deles aparecem nas nossas corridas em Porto Alegre.

Estudo alerta para riscos cardíacos de alcoolismo de fim de semana

Artigo no ‘British Medical Journal’ avaliou perigo de parada cardíaca. Consumo concentrado dobra riscos em relação a consumo continuado, ou seja, é melhor beber todos os dias do que só no final de semana – sendo o volume total igual.

O consumo excessivo de álcool concentrado nos fins de semana dobra os riscos de se morrer de parada cardíaca com relação a um consumo continuado, revelou um estudo comparativo feito na França e na Irlanda do Norte e publicado esta terça-feira (23) na edição on-line do “British Medical Journal” (BMJ).
A equipe de Jean-Bernard Ruidavets, da Universidade de Toulouse, procurou investigar se os hábitos de consumo de álcool, muito diferentes na França e na Irlanda do Norte, poderiam estar vinculados com a disparidade das taxas de mortalidade por doenças coronarianas, constatada entre os dois países.
As taxas de casos de insuficiência coronariana aguda (infarto do miocárdio e morte coronariana) são duas vezes mais elevadas na Irlanda do Norte do que na França.
Os cientistas acompanharam, durante 10 anos, cerca de mil homens de três cidades francesas (Lille, Estrasburgo e Toulouse) e de Belfast, de 50 e 59 anos e livres de doenças cardíacas no início do estudo, em 1991.
Eles descobriram que o volume semanal de álcool consumido pelos bebedores regulares era praticamente idêntico em Belfast e na França.
Ao contrário, os “hábitos de consumo eram radicalmente diferentes nos dois países: em Belfast, o consumo de álcool estava mais concentrado em um dia da semana (no sábado), enquanto nas três cidades francesas, o consumo estava distribuído de forma mais regular ao longo da semana”.
A preponderância do “binge drinking”, definido no estudo como o consumo excessivo de álcool (ou seja, quatro ou cinco taças de vinho) em uma única ocasião, foi quase 20 vezes maior em Belfast do que na França (9,4% dos homens em Belfast contra 0,5% na França).
Paralelamente, a incidência anual de mortes coronarianas quase dobrou em Belfast (5,63 em 1.000) com relação à França (2,78 em 1.000).
“Levamos em consideração fatores de risco clássicos que explicam uma parte da variabilidade de 1 a 2 entre a França e a Irlanda do Norte, e introduzimos os hábitos de consumo e, em seguida, o consumo do vinho”, explicou à AFP um dos encarregados do estudo, Jean Ferrières (Universidade de Toulouse).
“De forma simétrica, está o fato de se consumir em uma ou duas vezes grandes quantidades de álcool, que causa a morte coronariana, e o de se consumir regularmente vinho, que protege o coração”, disse.
Em Belfast, os homens bebiam principalmente cerveja (75,5%), seguida de destilados (61,3%), sendo o vinho pouco consumido (27,4%). Na França, ao contrário, o consumo de vinho predominava (91,8%).
“O consumo de vinho reflete um comportamento de vida diferente com relação ao de cerveja e está associado a outros fatores de proteção do sistema cardiovascular, como a alimentação”, explicou Ferrières.
Em editorial publicado pelo BMJ, Annie Britton (University College London) advertiu contra os efeitos nocivos do álcool para outras patologias.
“É preciso lembrar a todos os grandes bebedores, seja qual for seu hábito de consumo, que aumentam o risco de desenvolver muitas doenças, como a cirrose, a pancreatite crônica e vários tipos de câncer”, afirmou.

Autor: AFP
Fonte: G1 – Ciência e Saúde

Empresas fecham o cerco para desestimular fumantes

Os programas de combate ao fumo têm ganhado cada vez mais espaço dentro das empresas. Os profissionais que se mantiveram adeptos ao cigarro, mesmo após a Lei Antifumo, em vigor há um ano em São Paulo e adotada também por outras cidades no país, estão com menos tempo e espaço para fumar dentro do horário de trabalho.

Apesar de não restringirem formalmente o período que o funcionário gasta com o cigarro, as companhias oferecem alternativas para que seus profissionais não comprometam o expediente e a produtividade com as pausas dedicadas ao fumo. Além disso, os programas têm o objetivo de melhorar a saúde e a qualidade de vida dos tabagistas.

Os investimentos têm sido feitos principalmente em programas de reposição de nicotina, terapia e na adoção de ambientes 100% livres de fumo. Para os especialistas ouvidos pelo Valor, essas alternativas evitam medidas mais duras, como o desconto do tempo que o profissional passa fumando no horário de trabalho. Este é o caso de uma decisão recente do Conselho de Norfolk, no Reino Unido, que determinou que os funcionários de empresas locais sejam “descontados” pelo tempo que gastam fumando no trabalho.

Segundo Adriana Pereira de Carvalho, advogada da Aliança de Controle do Tabagismo, os pequenos intervalos para o cigarro não são previstos na legislação trabalhista brasileira, mas medidas radicais como a inglesa dificilmente funcionariam no país. “Formalmente, o empregado com jornada acima de seis horas tem uma hora livre para refeição e descanso. Nesse período, o profissional pode fazer o que quiser, inclusive fumar.”

As pequenas pausas feitas durante o expediente, porém, mesmo não contempladas pela CLT, fazem parte da rotina dos trabalhadores. Para Marcelo Santos, presidente da doers, consultoria de capital humano, é comum que profissionais do nível executivo façam pausas durante o dia para outras atividades não necessariamente relacionadas ao trabalho como conversar com colegas, tomar café ou usar a internet. “Um gestor precisa observar a produtividade, os valores e a ética do seu funcionário. Tanto para chefes quanto para subordinados, é preciso ter consciência para evitar abusos.”

Vera Colombo, técnica sanitarista da divisão de tabagismo do Instituto Nacional do Câncer (Inca), afirma que é possível mensurar o impacto do tempo gasto com o cigarro na produtividade. “A cada semana, o profissional chega a perder quatro ou cinco horas de trabalho com as pausas para o fumo, o equivalente a, no mínimo, 10% da jornada. É um tempo importante para muitas organizações.”

De acordo com Adriana Calvo, advogada especialista em direito do trabalho, as companhias deveriam investir em códigos de conduta para evitar que os fumantes se sintam perseguidos e os não fumantes sejam prejudicados pelo excesso de pausas dos colegas. “Se a empresa libera o funcionário para fumar, ela está tacitamente concordando em remunerá-lo por essa pausa. Isso pode gerar problemas internos de clima ou de produtividade.”, afirma.

Na Petrobras, a solução encontrada foi criar uma tolerância de 32 horas a mais ou a menos, que o funcionário pode usar dentro de um mês. Se o colaborador for fumante, pode dedicar essas horas às pausas para o cigarro, sem interferência no salário. Por outro lado, o “banco de horas” poderia ser usado para negociar uma folga, por exemplo.

A empresa, que implementou em 2004 ambientes de trabalho livres de fumo e um convênio com o Ministério da Saúde para apoiar quem deseja largar o vício, obteve bons resultados com a medida. De 2004 a 2009, o índice de fumantes dentro da Petrobras caiu de 16% para 7,8% .

Para a advogada da Aliança de Controle do Tabagismo, é importante que as empresas encarem o tabagista de forma responsável. “Cigarro causa dependência. A ideia não é discriminar o fumante nem provocar desigualdade no dia a dia. Por isso a importância de programas de conscientização e apoio”, diz.

Na Johnson & Johnson, que desde 2007 adota um ambiente de trabalho livre de tabaco, foram dois anos de adaptação dos funcionários fumantes até a retirada do último cinzeiro. Hoje não é permitido fumar nem mesmo nos estacionamentos da empresa. “Começamos a transição em 2005, sempre levando em conta que não haveria discriminação mas restrição ao fumo”, afirma a psicóloga Izabel Rivas, responsável pelo Programa de Assistência ao Empregado (PAE) da companhia.

A empresa oferece um tratamento de oito semanas aos funcionários e seus familiares. Mais de 400 pessoas já participaram do programa, que conta com reposição de nicotina e terapia. Atualmente, o índice de fumantes que conseguem parar após o tratamento é de 60%. Dentre os que mantiveram o hábito, 80% passaram a fumar em menor quantidade do que faziam antes. “Quem fuma, precisou reduzir e se adaptar ao novo ambiente. Por outro lado, tivemos que fazer um esforço na empresa para entender quem não queria parar.”

Desde a implementação do ambiente livre de fumo, o supervisor de operações de pessoal Benedito de Oliveira se viu obrigado a reduzir a quantidade de cigarros consumidos durante o dia. “Passei de quase um maço para oito cigarros”, diz. Após diminuir a quantidade, Oliveira foi convidado a participar do programa antitabagismo da empresa. A mulher dele, que não é funcionária, também se juntou ao grupo de apoio. Desde setembro do ano passado, o casal está longe do cigarro. Oliveira conta que a adaptação não foi tão difícil. “Eu já estava em um ambiente onde o cigarro não era permitido e só fumava na hora do almoço.”

Em 2009, quando a Lei Antifumo entrou em vigor em São Paulo, o programa da Johnson & Johnson no combate ao cigarro virou referência para outras empresas. “Recebemos visitas de companhias querendo conhecer a estrutura da nossa política antitabagista para se inspirar. Transformamos nossa experiência em um manual para a implementação de ambientes livres de tabaco”, afirma Izabel.

 

Fonte: Valor Econômico – São Paulo/SP

 

Fotos da Festa da Academia 10

Inauguração das Esteiras

O início da competição

Equipe que ficou em quinto lugar

Quarto lugar

Terceiro lugar

Segundo lugar

Primeiro lugar

O encerramento da competição

O DJ que em embalou a festa

O Homem Pizza

A festa continuou durante a tarde

A FESTA DE ANIVERSÁRIO DA ACADEMIA 10

Amanhã, sábado, estaremos festejando o quinto aniversário da Academia 10.
Pela manhã serão oficialmente inauguradas as novas esteiras, todas da marca MOVIMENT modelos 150 e 250. Haverá uma competição com cinco equipes formadas por professores e alunos da academia.
O evento será animado pelo DJ Rodrigo Terra, um dos mais festejados em Porto Alegre com show de luzes e som.
O “Homem Pizza” estará oferecendo uma variedade de sabores de pizzas elaboradas no local.
À tarde o som vai aumentar e a festa termina, não se sabe a que horas…….

Resultados da 2ª Corrida Novo Nordisk Mudando o Diabetes

Veja o resultado oficial.