Coluna Jornal Sprint Final Ed.10

Encontro dos MM em Porto Alegre

Durante a maratona de Porto Alegre, deverá ocorrer o primeiro encontro dos Marathon Maniacs no Brasil. Os MM compõem  uma  Organização Americana com atletas de todo o mundo em que os membros distinguem-se pelo número  de provas realizadas (maratonas e ultramaratonas).

De acordo com os locais e número de provas realizadas, os corredores recebem uma graduação em estrelas variando de uma – NÍVEL BRONZE*, até dez estrelas –NÍVEL TITANIUM**********

Rodolfo Lucena, São Paulo, sócio mais antigo. Jornalista da Folha de São Paulo,  autor do livro “Maratonando, Desafios e Descobertas nos Cinco Continentes” – Nível Prata**

Carlos Hideaki Fujinaga, São Paulo, um grande entusiasta do movimento brasileiro, também Nível Prata**

Nilson Paulo de Lima de Uberlândia MG- atleta muito experiente Nível Bronze*

João Gabbardo dos Reis Porto Alegre – RS – editor da coluna “correndo com saúde” Nível Prata**

Julio Cesar Baldi Porto Alegre-RS- vibrante representante gaúcho membro Nível Bronze*

Gentil Jorge Alves Junior São Paulo – SP, médico e ultramaratonista paulista, o mais graduado com Nível  Ouro***

José da Costa Amorim graduado no Nível Prata**

Nos próximos dias, com o calendário indicando várias provas, existe a possibilidade de alguns atletas cumprirem com os requisitos para ingresso no Marathon  Maniacs. Sabine Breton (Academia 10/Petiskeira) e Luciane Santana, Edson Joel Silveira e Irio Varella ( Petiskeira) são fortes candidatos gaúchos a ingressarem no clube dos MMs.

Querendo mais informações entre no site: http://www.marathonmaniacs.com

Ultramaratona de Santa Maria

Os grandes vencedores foram Adão Miranda da Silva de São Paulo (masculino) e Raimunda Pinto de Campinas (feminino). A equipe vencedora foi a PETISKEIRA com vários destaques.

A prova foi organizada por um grupo de corredores de Santa Maria com muito esforço pessoal e dificuldades pela falta de patrocínio. É a única prova de 24h no Rio Grande do Sul. Deve ter o apoio de todos os atletas. A 3ª edição já  está com data marcada, 15 e 16 de maio de 2010. A premiação foi da melhor qualidade e para a próxima edição deve-se buscar a cronometragem com chip. Parabéns ao atleta e organizador Marcos Vinicius Almeida e seus companheiros.

Atividade Física e Osteoporose

Este assunto interessa a todos com mais de 50 anos, mas principalmente as mulheres. Em decorrência do processo de envelhecimento,  associada a novos hábitos alimentares e, principalmente, do sedentarismo, a osteoporose surge como uma das maiores preocupações da Saúde.

Ela decorre de um processo de descalcificação óssea, que se manifesta principalmente no período da menopausa, quando a perda óssea pode atingir de 1 a 3% ao ano, acentuando-se com a diminuição de estrógeno, principal hormônio regulador do metabolismo ósseo. Também pode ocorrer em homens (em menor percentual), com a redução da testosterona.

Este processo de descalcificação óssea é compensado por mecanismos de controle relacionados à atividade física. Isto é comprovado quando indivíduos ficam impedidos de movimentar-se, nos leitos hospitalares, e perdem até 20% do conteúdo mineral do fêmur. Outro exemplo é dos astronautas que, por falta de atividade física e força da gravidade, perdem conteúdo do calcâneo.

A melhor maneira de evitar ou controlar esta doença é a atividade física. Neste caso a natação e a hidroginástica não são as mais indicadas. É necessário que se exerça pressão sobre o sistema locomotor e, portanto, os mais indicados são as caminhadas, dança, corridas e musculação. Essas atividades estimulam as células que concentram o cálcio, mineralizando a matriz óssea.

Maratona de Santa Catarina

Vejam o relato de Guilherme Kamijo Ferreira sobre a prova:

Fiz os 42km ontem em 4h20min. Sinceramente fiquei decepcionado com a organização da prova. A Maratona de Floripa tem um potencial gigantesco de melhoria:

1. A largada foi tumultuada, com os atletas da rustica de 10km e da maratona todos misturados, apesar da largada da rustica ser 5min mais tarde e os pedidos da organizacao para o pessoal se posicionar mais atras. A sugestão seria de identificar as áreas (não havia nem pórtico de largada) e separar os atletas.

2. O percurso da rustica de 10km foi o mesmo da Maratona, fazendo com que muitos, como eu, fossem “atropelados”pelo pessoal da rustica que largou 5 min depois e que invariavelmente estavam muito mais rapidos.

3. O horário da largada foi cruel: 8h00 da manhã. O sol já estava pegando forte… Poderiamos ter largado mais cedo e evitado um desgaste grande para os atletas mais lentos, como eu, que terminaram a prova em pleno sol de meio-dia com seus 30 e poucos graus.

4. A distribuição de água foi péssima. Do km 15 ao 29 muita gente ficou sem água, tendo que contar com a solidariedade de quem tinha uma reserva pessoal. O pessoal da organização estava lá próximo ao km 21 (que já é muito longe do último posto), mas a água já tinha acabado…

5. Um ponto forte da Maratona de Curitiba é a distribuição de isotônico e esponjas úmidas. Enquanto que na de Floripa mal tinha água…

6. Camiseta de baixíssima qualidade, sem a mínima utilidade para fins esportivos. Serve como pijama…

7. O percurso é praticamente todo plano, o que é positivo, mas tem um fator psicológico negativo: Passamos 4 vezes pelo mesmo trecho, incluindo uma passagem arrebatadora pela largada / chegada aos 32km. Exatamente no momento mais crítico da Maratona passar em frente à chegada, sabendo que ainda temos 10km pela frente, não ajuda muito.

Sei que posso parecer exageradamente crítico, mas realmente esperava mais desta prova.

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